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domingo, 3 de junho de 2012


ABRACE A PRESERVAÇÃO
*
Estão derrubando as matas
É grande a devastação.
O clima anda mudando
Falta conscientização
Chora a mãe natureza
Que perde sua riqueza
Vendo mais pobre seu chão
*
Tudo vai virando cinzas
Só por conta das queimadas.
A fumaça vai subindo
Poluindo outras camadas,
E a desertificação,
Vai aniquilando o chão,
Cumprindo suas jornadas.
*
Preservar a natureza,
Garanto-lhe meu irmão,
Muito mais do que modismo
Hoje é nossa obrigação
O planeta está doente
Seja bem mais consciente
Abrace a preservação.
*
Texto e foto de Dalinha Catunda

sexta-feira, 1 de junho de 2012

ENTARDECER NO SERTÃO



 ENTARDECER NO SERTÃO

Ceará, meu Ceará,
Meu pedacinho de chão
A hora da ave Maria
É mágica em meu sertão
O sombreado do sol
Matizando o arrebol
Seduz sempre meu olhar
Entrevejo só beleza
Em tudo que a natureza
Se esmera para adornar.
*
 Texto de Dalinha Catunda
Fotos tiradas em meu sítio no final de tarde em Ipueiras-Ce

quinta-feira, 31 de maio de 2012

SEM TABACO


DIA MUNDIAL SEM TABACO
*
Ficar sem o meu tabaco,
Compadre, não fico, não!
Resmungava o matuto,
Batendo a mão no balcão,
Pois ouviu esta conversa
Num canal de televisão.
*
Se tem coisa que não faço
É regime de tabaco
Pois nele caio de boca
De fora só deixo um naco
Vou cachimbando com gosto,
Confiando no meu taco.
*
CIGARRO
O FUMANTE DE HOJE LEVA FUMO AMANHÃ
Texto de Dalinha Catunda

quarta-feira, 30 de maio de 2012

MARIA DO CAPITÃO

Dalinha Catunda

MARIA DO CAPITÃO
*
Salve Maria Bonita
Maria do capitão.
Mulher forte destemida
Que viveu sua paixão
Nos braços dum cangaceiro
Que não tinha paradeiro
Mas roubou seu coração
*
Salve Maria Bonita
Que pegou sua estrada
Seguindo seu coração
Apenas ele e mais nada.
Os passos de Virgulino
Era mesmo seu destino
Estava determinada.
*
Salve Maria Bonita
E salve sua decisão.
Preferiu correr perigo
Preferiu viver paixão
Fugiu da vida pacata
Por não querer ser ingrata
E magoar seu coração.
*
Salve Maria Bonita
Maria do lampião
Companheira tão fiel
Do famoso Capitão.
Ao lado de seu amante
Levando vida de errante
Fez história no sertão.
*
Salve Maria bonita
Que na história ficou.
Dou vivas ao centenário,
Da dona que se mandou
Para viver de emoção
Sem ligar para o padrão
Que o velho padrão ditou.
*
Texto e foto de Dalinha Catunda

terça-feira, 29 de maio de 2012

NA DANÇA DAS PARCELAS














NA DANÇA DAS PARCELAS
(Dalinha Catunda e Fred Monteiro)
*
eu vou nessa moda
fungando o cangote
da nega no xote
entrando na roda
uísque com soda
é coisa de rico
eu molho meu bico
na velha cachaça
bebendo de graça
eu não me intoxico
Fred Monteiro
*
Vou até de “chico”
Pois sou do pagode
Só dança quem pode
Não vou pagar mico
Entro no fuxico
E torna a entrar
Se o cabra encaixar
E a dança fluir
Vamos sacudir
Vamos vadiar.
Dalinha Catunda

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Estou no Ceará através do Jornal Gazeta de Noticias

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NO CEARÁ E NO GAZETA DE NOTÍCIAS
Caro amigo, Luiz José,
Quero aqui reafirmar que é bastante gratificante escrever no jornal Gazeta de Notícias da região do Cariri sob sua batuta.
Tenho recebido e-mails de pessoas que leem minha coluna nesta Gazeta, e assim sendo vejo crescer o intercâmbio, por mim tanto desejado, com esta região do meu Ceará.
Obrigada por proporcionar-me a oportunidade de falar através do seu jornal com o povo de minha terra.
Texto: Dalinha Catunda

quinta-feira, 24 de maio de 2012

FUMO EM NÓS


FUMO EM NÓS
*
O que realmente abunda,
Nesta gigante nação
É a chamada falcatrua,
Dos desonestos em ação,
São os corruptos voltando,
E o povo neles votando,
A cada nova eleição.
*
Uma cascata de lama,
Assola nosso torrão.
A justiça é uma gota,
Morosa na punição,
Com isto não me acostumo
Pois quem leva mesmo fumo,
Somos nós, população!!!
*
Texto Dalinha Catunda
Ilustração: Amarildo

terça-feira, 22 de maio de 2012

TREPANDO E COMENDO

"NO CEARÁ É ASSIM"




"NO CEARÁ TEM DISSO, SIM!!"





TREPANDO E COMENDO

*
Bode quando está com fome
Se trepa em qualquer lugar
Vendo o verde cria asas
Para os galhos alcançar
Vai trepando e vai comendo
E vai se satisfazendo
Comendo até se fartar.
*
É assim o meu Nordeste
Assim é o meu sertão
Trepando se enche o bucho
Em qualquer situação
Na hora da necessidade,
Bode trepa de verdade
Não importa a posição.
*
Texto e fotos de Dalinha Catunda