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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

MENSALÃO NOSSO DRAGÃO



MENSALÃO NOSSO DRAGÃO
*
São Jorge está na moda
Está na televisão,
E mesmo empunhando espada
Pra ele faço oração
Pois sendo ele Guerreiro
Eu rogo e peço ligeiro
Sua santa proteção.
*
Meu adorado São Jorge
Meu santo de estimação,
Vá dando luz ao supremo
No processo mensalão,
Dê saúde ao Joaquim
Para ir até o fim
Nesta importante missão.
*
Uma coisa só lhe peço,
Impossível não é não!
É livrar a nossa pátria
Do político ladrão.
O povo vive lascado,
Neste Brasil saqueado,
Perdura a corrupção.
*
Texto de Dalinha Catunda
Charge de NANI colhidada o Besta Fubana

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A BELEZA DO ENTARDECER
*
Quando o céu muda de cor
Vai tingindo o arrebol
Vejo a beleza do sol
Na hora que vai se pôr
Na natureza o primor
Desenha seu colorido
Meu olhar embevecido
Perante tanta beleza
Felicita a natureza
E por ela é seduzido.
*
Texto e foto de Dalinha Catunda
Foto: Pôr do sol no sítio em Cachoeiras de Macacu - Rio de Janeiro

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CACHAÇA, FESTA E FOTOS

Cachaçoteca Madrinha Mena
Dalinha Catunda, Fernando Assumpção e Rosário Pinto
Dalinha Catunda, Evandro dos Santos e Rosário Pinto
Rosario, Madrinha Mena e Dalinha
Gonçalo Ferreira, Mena, Sheila e o Marido William, Dalinha e Rosário

CACHAÇA, FESTA E FOTOS.
Sábado passado estive na concorrida festa onde Dr. William J. G. Pinto, poeta cordelista, que inaugurou sua Cachaçoteca onde a história da cachaça e a história do cordel dividem o mesmo espaço.
Entre comes e bebes a descontração dos poetas em perfeita confraternização.
A plenária de outubro da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de cordel aconteceu na casa de Dr. William, com a farta presença dos acadêmicos daquela instituição prestigiando a iniciativa do poeta de Palmeira dos Índios.
A cachaçoteca foi batizada com o nome de Madrinha Mena esposa do presidente da ABLC Gonçalo Ferreira da Silva.
Texto e fotos de Dalinha Catunda
Veja mais sobre a festa e fotos no www.cordeldesaia.blogspot.com.br


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

ARROZ DOCE

ARROZ DOCE
*
Os sabores do Nordeste
Encantam meu paladar
Arroz doce, arroz de leite,
Como costumam chamar
Comida que não recuso
Vou comendo e não abuso
É meu sagrado manjar.
*
Pra fazer arroz de leite
É só caprichar na mão.
Lave o arroz bem branquinho
Coloque num caldeirão,
E para ficar legal
Uma pitada de sal
Leva água da infusão.
*
Para o arroz ficar mole
Ferva com água bastante
Quando a água for secando
Bote o leite e se adiante,
Ponha açúcar e canela
E mexa bem a panela
Dessa hora em diante.
*
Tem de ser canela em pau,
Para deixar bom sabor.
Quando o arroz engrossar,
Num pirex pode pôr.
E jogue canela em pó
Pois vai ficar bom que só
E vai valer seu labor.
*
Não coloquei quantidades
Não precisa exatidão.
Minha mãe tinha oito filhos
E fazia um panelão.
Acho que tinha magia
A comida que eu comia
Em meu saudoso sertão.
*
Versos e foto de Dalinha Catunda

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Edição de outubro do Gazeta de Notícias

O Jornal Gazeta de Notícias que abriga uma coluna Cantinho da Poesia onde são publicados versos de minha autoria, já está no ar com sua edição de outubro que pode ser acessada através do seguite link:
http://jornalistaluizjose.blogspot.com.br/2012/10/gazeta-de-noticias-02.html 
Vale apena conferir.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

SER/TÃO TEIMOSO

 SER/TÃO TEIMOSO

*
Conversando c’ um poeta,
Ouvi dele a explicação,
Que era muito cansativo
Nos versos a repetição
Me aconselhou não usar
No momento de rimar
Mesma finalização.
*
A conversa se estendeu
Cheia de animação
O assunto era o mesmo,
Só se falava em sertão,
E a nossa felicidade
Era matar a saudade
Do nosso amado rincão.
*
Relembramos as novenas,
Quermesses e procissão.
A festa da padroeira
Senhora da Conceição
E da bandinha do lugar
Que costumava tocar
Dando o tom da animação.
*
Não consigo esquecer,
Lembrei com satisfação
Das danças de quadrilhas
Ao som do rei Gonzagão
Dançando xote e xaxado
Na base do rebolado
Rodando pelo salão.
*
Nas festas o que não faltava
Pra nossa degustação
Era paçoca de carne
Bem pisada no pilão
Tira gosto especial
Lá no meu torrão natal
Inda hoje é tradição.
*
O sertanejo é resultado
De sua determinação
Assim como pega a faca,
Também faz sua oração
Estando certo ou errado
Ele manda seu recado
Dando sua entonação.
*
Esta conversa entoada
Fora de orientação,
Fiz seguindo minha regra
Sem pedir aprovação
Falei o que veio à mente
Pois sertão que a gente sente
Replica no coração!
*
Fotos e texto de Dalinha Catunda 
As fotos são de finais de tardes em Ipueiras - Ce