| Bastinha e Dalinha |
CADA ESTROFE É UM POEMA
QUE PINTO SEM RETROCESSOS.
Mote de Dalinha Catunda
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Gosto de fazer cordel
E minha arte é versejar
Jamais sou de me acanhar.
Quando pego no papel
Da pena faço pincel
E vou pintando meus versos,
Os motivos são diversos
Inspirando cada tema
CADA ESTROFE É UM POEMA
QUE PINTO SEM RETROCESSOS.
Dalinha Catunda Ipueiras - Ce
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Também
sei" pintar o sete "
pinto e bordo pra valer
no verso sei defender
o mote que me compete;
desafio a quem se mete
e tem instintos perversos
pois muitos são controversos
e são infiéis ao tema;
CADA ESTROFE É UM POEMA
QUE PINTO SEM RETROCESSOS
pinto e bordo pra valer
no verso sei defender
o mote que me compete;
desafio a quem se mete
e tem instintos perversos
pois muitos são controversos
e são infiéis ao tema;
CADA ESTROFE É UM POEMA
QUE PINTO SEM RETROCESSOS
Bastinha Job - Santo Amaro- Assaré
*
Sebastiana Gomes de Almeida Job, Bastinha,
Nasceu em Santo Amaro município de Assaré. Sente-se
orgulhosa de ser conterrânea de Patativa. Professora de Língua Portuguesa e
Literatura Popular da Universidade Regional do Cariri – URCA. É membro da ACC –
Academia dos Cordelistas do Crato e uma de suas fundadoras, ocupando a cadeira
nº 04.
Contato: bastinhajob@ig.com.br
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Maria de Lourdes Aragão Catunda – Dalinha Catunda
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Nasceu na cidade de Ipueiras sertão do Ceará onde
também nasceram os poetas, Costa Matos e Gerardo Melo Mourão, sendo cria do
mesmo barro não se intimidou ao cantar sua terra e trafegar pelo mundo da
poesia.
Faz recitais, escreve em blogues, jornais e membro
da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel ocupando a cadeira 25. É
membro correspondente da AILCA – Academia Ipuense de Letras, Ciências e artes.
Contato: dalinhaac@gmail.com
Foto do acervo de Dalinha Catunda







