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terça-feira, 24 de junho de 2014

MINHA FÉ E A SELEÇÃO

Minha fé e a seleção
*
Valei-me São Expedito
Da derrota anunciada
Da garra de Camarões
Da infeliz derrocada
E da falta de tesão
Que tem nossa seleção
Hoje desacreditada.
*
São Judas Tadeu aclare
Os pés desta seleção
Acredite neste time
Como faz o Felipão
Não deixe que a desdita
Duma derrota maldita
Invada nossa nação.
*
Versos e foto de Dalinha Catunda

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A SELEÇÃO NÃO DESARNOU

A SELEÇÃO NÃO DESARNOU
*
Peguei milho fiz pipoca
Me enfiei na minha toca
Deixei de lado a fofoca
Só pra ver a seleção,
Mas para meu sofrimento
Não vi gol nem movimento
Um estádio em desalento
Mostrava a televisão.
*
Versos de Dalinha Catunda
Imagem retirada do blog Besta Fubana

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Cordel na festa literária de Duque de Caxias





















CORDEL EM DUQUE DE CAXIAS
Estive representando a ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel junto com o presidente Gonçalo Ferreira da Silva, na Festa de Santo Antônio realizada em paralelo a Festa Literária de Duque de Caxias. Com lançamentos de livros, bate-papo literário, debates, oficinas, exposições, teatro, poesia e música. Participamos de um bate-papo sobre cordel com o Secretário de Cultura Jesus Chediak e o Prof. Antônio Carlos de Oliveira.
Dalinha Catunda

quinta-feira, 12 de junho de 2014

PARA MEU NAMORADO

SEMPRE NAMORADOS
*
Em seu olhar insistente,
Um olhar apaixonado.
Na sua mão estendida
Um buquê era ofertado
Um beijo apenas na mão
Balançou meu coração
Que ficou enamorado.
*
Não noivamos, nem casamos,
Nem teve papel passado
Porém chegaram os filhos
E o elo foi confirmado.
Vivo assim a minha vida
Sendo eu sua querida
E você meu namorado.
*
Sempre sou surpreendida,
Com sua dedicação.
A cada atitude sua,
Eu transbordo de emoção
Pois ser sua namorada
Será sempre minha estrada,
Ordenou meu coração.
* 
Versos e desenho de Dalinha Catunda

Tributo a Manoel Monteiro

TRIBUTO A MANOEL MONTEIRO

A Academia Brasileira de Literatura Cordel fará uma justa homenagem ao

poeta Manoel Monteiro que ocupou a cadeira de no 38, que tem como patrono

Manoel Tomaz de Assis.

Manoel Monteiro além de enriquecer a ABLC com sua postura, respeito e

conhecimento sobre o cordel, fez jus a sua cadeira, pois todo cordel, de sua

autoria, ao ser editado, levava o nome da Academia.

A homenagem acontecerá desta forma: Será editado um folheto de cordel,

Tributo a Manuel Monteiro, e para que este cordel se transforme numa

homenagem digna, de um poeta do calibre de Manoel Monteiro, precisamos da

colaboração dos confrades, que poderão participar com quatro setilhas.

A ABLC congrega xilógrafos, gravuristas e editores. Se os acadêmicos

se dispuserem a participar contribuindo com a capa e com a edição,

agradeceríamos esta ação entre amigos. Independente deste apelo, o

cordel será publicado. Logo que fique pronto, marcaremos uma plenária em

homenagem ao nobre poeta.

À medida que as estrofes forem chegando, serão postadas em blogs e faces,

numa repetida homenagem na rede social até completarmos o material para

conclusão da edição.

Cada poeta deverá concluir sua composição com nome, cadeira e patrono.

E-mails para recebimento: dalinhaac@gmail.com rosariuspinto@gmail.com

terça-feira, 10 de junho de 2014

SESC - Crato, Cordel na Feira com Dalinha Catunda





SERTÃO MARCADO NO PEITO

*

Este canto nordestino

Que sai chorado do peito

É lamento não tem jeito

Presente no meu destino

É um canto peregrino

De quem deixou o seu chão

Mas guarda no coração

A saudade acumulada

Daquela vida levada

Nas quebradas do sertão.

2

O cheirinho de alfazema

A cada irmão que nascia

O capão que se comia

Pois era este o sistema

Só de falar nesse tema

Sinto a saudade arrochar

Com saudade do meu lar

Da minha mãe parideira,

Do entre e sai da parteira,

Que vinha para ajudar.

3

Nos bons tempos de criança

A casa era sempre cheia

Bola de gude e de meia

Faziam nossa festança

Era ciranda, era dança

E corda nas brincadeiras

Na roda mãos nas cadeiras

Na hora do requebrado

O mundo era encantado

Naquela minha Ipueiras.

4

Meninos tinham pião

Meninas tinham peteca

De pano era a boneca

Naqueles tempos de então

No reino da exultação

Do chicotinho queimado

E do anel que era passado

Do trisca e da cabra cega

O que foi bom ninguém nega

Fica no peito marcado.

domingo, 8 de junho de 2014

Homenagem ao poeta Manoel Monteiro

Dalinha Catunda, Manoel Monteiro e Rosário Pinto 
Comunicado da ABLC
No momento em que o colegiado da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel, perde um dos seus mais luminosos astros, o presidente da entidade Gonçalo Ferreira da Silva, depois de consultar sua diretoria, decreta três dias de luto oficial em homenagem ao grande mestre Manoel Monteiro.
Gonçalo Ferreira da Silva