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quinta-feira, 15 de junho de 2023

É SUBLIME FAZER RIR





















 

É SUBLIME FAZER RIR

*

Palhaço tem paciência

Tens missão nobre a cumprir.

Num mundo de violência

É sublime fazer rir.

Airton Soares

*

É sublime fazer rir.

Espalha tua alegria

Tens o dom de difundir.

A graça que contagia.

Dalinha Catunda

*

Fazer rir é uma dádiva

Que poucos na vida tem

No sorriso do palhaço

Mora a graça que faz bem.

Dalinha Catunda

*

dalinhaac@gmail.com

sexta-feira, 5 de maio de 2023

EU, SANTINI CORDEL E TEATRO


 

EU, SANTINI CORDEL E TEATRO

*

O Santini é uma lenda,

Nas páginas do cordel.

Canta, conta tudo em versos,

Com ares de menestrel.

A galera fica atenta,

Ao pandeiro e a vestimenta,

Que dão vida ao seu papel!

Dalinha Catunda

*

Minha amiga Dalinha

Catunda, grande poeta,

Puxando verso na linha,

Tem na mente grande meta:

Fazer o verso entoar

Sua fala, ecoar ...

Na rima que se completa

Edmilson Santini

*

Versos de:

Dalinha Catunda e Edmilson Santini

Foto de Dalinha Catunda

dalinhaac@gmail.com

sexta-feira, 28 de abril de 2023

O PAVÃO MISTERIOSO FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA

O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Mote de Dalinha Catunda
1
Digo e posso confirmar
Que o Romance do Pavão
No meu pequeno sertão
Já deu muito o que falar
Na feira para escutar
Era bem grande a frequência
E o povo com paciência
Escutava curioso:
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA!
Dalinha Catunda
2
Clássico da Literatura
De Cordel no mundo inteiro
Seu autor, um brasileiro
De grande desenvoltura;
José Camelo figura
De afinada inteligência,
Não tinha vasta ciência,
Mas foi muito habilidoso;
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
(Joames).
3
Esse clássico perfeito
É referência bendita
Porque, de fato, habilita
Inspiração sob efeito
Dum enredo sem defeito
Que desperta a consciência
Para vermos a essência
Do Cordel esplendoroso.
- O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
(Prof. Weslen)
4
A estória de Evangelista
É um clássico da cultura
Um ícone da literatura
Sendo o primeiro da lista
Belo escritor grande artista
Poeta por excelência
Contou o fato com cadência
E que Cordel precioso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
Jairo Vasconcelos.
5
Araquém Vasconcelos
Era um moço pobrezinho
Que namorou uma donzela
Uma princesa tão bela
Mas seu pai um rei mesquinho
Pois a pedra no caminho
O jovem com inteligência
Utilizou a ciência
Num invento maravilhoso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Araquém Vasconcelos
6
Um cordel tão consagrado
Em nossa literatura
Que nos mostra na cultura
Tal " Mistério" encantado
Na grandeza dum legado
Na riqueza dessa essência
Despertando a consciência
De modo lindo e gostoso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
Dulce Esteves
7
Este cordel exemplar
Atravessou gerações
Já foram mil edições
Best seller popular
E quem não ouviu falar
Certamente tem demência
Ou leitor sem competência
Coitado, rude e ocioso;
O PAVÃO MISTERIOSO
FAZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
Arimatéa Sales.
8
Esse bicho é bem falado
Na cidade e interior
Ednardo até gravou
Seu mistério encantado
Antes foi cordializado
Pela mão da competência
Hoje o mundo tem ciência
Desse verso tão famoso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Giovanni Arruda
9
Meu pai me contou um dia
Ter lido um belo folheto
Um romance tão perfeito
Que jamais esqueceria
O nome Creusa, daria
À filha, nessa sequência
Teve plena consciência
Desse mimo precioso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Creusa Meira
10
Ednardo, o cantor
Compositor menestrel
Se inspirou nesse cordel
Pra sua canção compor;
A letra é um primor
Traz do folheto a essência
A Globo com sapiência
Fez tudo ficar famoso:
O pavão misterioso
FEZ 100 ANOS DE EXISTÊNCIA.
MOTE DE DALINHA CATUNDA
Bastinha Job
11
Clássico da literatura
Brasileira de cordel
Reúne bardo a granel
Pra decantar a cultura
E com muita desenvoltura
Dalinha com competência
Na linha da experiência
Fez gesto maravilhoso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
Lindicássia Nascimento
12
Um relatório perfeito
Um conto bem relatado
Quem ler fica admirando
Eita, que cordel bem feito
José Camelo, com jeito
Foi usando a sua essência
A mente com paciência
E a força do poderoso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Jerismar Batista
13
Este cordel quando ouvi
Tinha oito anos de idade
Ah como tenho saudade
Da moça que nunca vi
Meus sonhos ali vivi
No pavão por excelência
Feito com tanta ciência
Um causo tão curioso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA!
Vânia Freitas
14
Contínua tremulando
No varal do universo
Esse folheto este verso,
Todo mundo festejando
Em gerações vai mostrando
Cultura com eficiência
Literatura, vivência,
Um século, canto ditoso...
O pavão misterioso
Faz cem anos de existência
Rivamoura Teixeira
15
Passando por gerações
Antes mesmo do varal,
Sem outro romance igual,
Terão comemorações
No Brasil e seus rincões!
Esta obra rica, é influência,
Sempre esteve em evidência;
Deixa o cordel mais famoso...
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE BEXISTÊNCIA!
Zé Salvador.
16
Oh! pavão encantador,
É tão linda sua história,
Cheia de mistério e glória,
Desencanto e amor,
Sua plumagem multicor,
É bela por excelência,
Durante a sua vivência,
Sempre serás majestoso,
O PAVÃO MISTERIOSO
FAZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA
Joab Nascimento
17
Dia de segunda-feira
Na feira livre do Crato
Sua leitura era um fato
E a plateia verdadeira
Exposto sobre a esteira
Num sinal de resistência
Envolto em leve aparência
De conteúdo garboso
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
Josenir Lacerda
18
Não conheci o pavão,
consagrado e fervoroso,
inda que misterioso,
conforme entoa a canção.
Devoto a minha atenção,
com decoro e deferência
à nobreza e reverência
desse pássaro formoso…
O PAVÃO MISTERIOSO,
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA.
David Ferreira
19
E "Nas Asas do Pavão",
Prestei minha homenagem.
Um Romance de coragem.
Já vendeu mais de um milhão.
Este famoso Pavão,
Permanece em evidência,
Marcando grande influência.
De poeta talentoso,
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA!
Glosa: Rosário Pinto)
20
Foi de um fantástico plano
De um engenheiro famoso
Que com seu feito engenhoso
Criou um aeroplano
E que voou sem engano
Sobre a rica residência,
Desafiando a ciência,
Por um amor ardoroso:
O PAVÃO MISTERIOSO
FEZ CEM ANOS DE EXISTÊNCIA!
José Walter Pires
Cordel proposto e coordenado por Dalinha Catunda
Capa: Valdério Costa
dalinhaac@gmail.com

 

quarta-feira, 22 de março de 2023

O Museu do Caju e as mulheres do cordel

O Museu do Caju e as mulheres do cordel

O Educador e pesquisador Gerson Linhares idealizou o MUSEU DO CAJU

 em 1995 e em 2007 inaugurou, transformando assim, seu sonho em realidade.

 O Museu fica em Caucaia próximo a Fortaleza.

Além de mostrar o caju e seus derivados para o mundo, prestigiando nossa cultura cearense, contando a história do caju, Gerson Linhares cria oportunidades, para que poetas, escritores, artesãos, fotógrafos também possam expor no Museu do Caju os seus trabalhos.

Sou grata a Gerson, por descobrir minha paixão pelo caju, fazer um apanhado dos meus escritos sobre a fruta e seus derivados e por fim, editar um folheto com, fotos e poemas de minha autoria para o Museu.

Como poeta de Cordel, não estou sozinha neste espaço. Temos a minha amiga cordelista Ivonete Morais e a também cordelista Mariana Lima.

Dalinha Datunda

dalinhaac@gmail.com


 








quarta-feira, 12 de outubro de 2022

ARIMATÉA SALES E DALINHA CATUNDA



 


















ARIMATÉA SALES E DALINHA CATUNDA

*

Sou caboclo nordestino

eu provo, não nego fogo

jogo as regras do jogo

desde o tempo de menino

não temo o cruel destino

pois sou eu quem o constrói

sou labuta, sou herói

não me canso de escrever

desde que aprendi a ler

nada no chão me destrói.

(Arimatéa Sales)

*

Sou cabocla nordestina

Sou fogo que não se apaga

Quem conhece minha saga

Sabe que desde menina

Nasci pra ser heroína

Não pra lamentar a sorte

Não tenho medo da morte

Não sou de chorar em vão

Desenhei com precisão

As veredas do meu norte.

Dalinha Catunda

dalinhaac@gmail.com


quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

ACERCA DE REPENTE

ACERCA DE REPENTE

*

Cheguei sorrateiramente

Depois de pular a cerca

Não há no mundo quem perca

Um corpo lindo e fremente

Parti com unhas e dente

Não pude me controlar

Algo a me perturbar

E ela a me inquirir

"Era o dever de partir

E a vontade de ficar"!

Ésio Rafael

*

Feito jumento fujão

A cerca não respeitou

Por baixo dela rolou

Daí não tive perdão

Com ele rolei no chão

Pois não deu para escapar

Botei pra discatitar!

Porém não pude assumir:

"Era o dever de partir

E a vontade de ficar"!

Dalinha Catunda

*

Mote de Joames Mendes

Xilo de Erivaldo Ferreira