O Cantinho da Dalinha é também o canto do cordel. O picadeiro onde costumo entoar o meu canto em versos propagando a poesia popular. É o Canto de uma cearense que adora suas raízes, canto da mulher destemida que saiu das entranhas nordestinas e abriu uma janela para cantar sua aldeia para o mundo, Interagir com outros poetas cordelistas desfrutando deste mundo virtual. Sou Maria de Lourdes Aragão Catunda, a poeta de Ipueiras e do cordel, sou a Dalinha Catunda. dalinhaac@gmail.com
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terça-feira, 21 de junho de 2022
NO DIA DE CORPUS CHRISTI
sábado, 5 de setembro de 2020
CIRANDA DE VERSOS
JAMAIS SERÁ LAMPIÃO.
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DALINHA CATUNDA
Ele se mostrou valente
Quando resolveu brigar
Começou a me xingar
Mas eu gritei: se oriente!
Fui ficando impaciente
Joguei o cabra no chão
Depois de um safanão
Ele perdeu a botina
QUEM NASCEU PRA LAMPARINA
JAMAIS SERÁ LAMPIÃO.
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GIOVANNI ARRUDA
Tava eu com minha amada
Vendo a lua no terreiro
Veio um cabra arengueiro
Sugestando uma cantada.
Quando viu a minha espada
Voou feito um avião
Escanchou-se no mourão
Quase perde a bobina
QUEM NASCEU PRA LAMPARINA
JAMAIS SERÁ LAMPIÃO
*
RITINHA OLIVEIRA
Posso virar predadora
Diante de uma abordagem
Se ofender minha linhagem
Sou no ataque promissora
As garras de caçadora
Supera as do gavião
Se vier com confusão
Me tornarei assassina
QUEM NASCEU PRA LAMPARINA
JAMAIS SERÁ LAMPIÃO
*
RIVAMOURA TEIXEIRA
Ele foi fazer um poema
Logo escolheu um soneto
Já botou 4 tercetos
E aumentou o dilema
Com pressa saiu do tema
E fez grande confusão
não achando a solução
Desistiu e disse é sina
QUEM NASCEU PRA LAMPARINA
JAMAIS SERÁ LAMPIÃO.
*
Postagem de Dalinha Catunda
dalinhaac@gmail.com
sexta-feira, 24 de julho de 2020
BATE PINO DE BIELA QUEM ME ENFRENTA EM CANTORIA.
QUEM ME ENFRENTA EM CANTORIA.
*
DALINHA CATUNDA
Nem venha na contramão
Não estou de sacanagem
Eu já peguei embalagem
Pois soltei o “frei” de mão
Sou boa na direção
Carreguei a bateria
O farol que me alumia
Deixa minha ode bela
BATE PINO DE BIELA
QUEM ME ENFRENTA EM CANTORIA.
*
JERSON BRITO
O camarada metido
A fazer verso rimado,
Se for fraco, tá lascado,
Comigo fica perdido.
Vai ter o motor fundido,
Amassar a lataria.
No rali da poesia,
O bicho se desmantela.
BATE PINO DE BIELA
QUEM ME ENFRENTA EM CANTORIA.
sábado, 20 de junho de 2020
VERSOS NA REDE com Dalinha Catunda e Josenir Lacerda
Hoje morro de saudade
Das coisas do meu sertão”
Mote de Dalinha Catunda
*
DALINHA CATUNDA
Já saltei muita fogueira
Trazendo fita nas tranças
No meio daquelas danças
Gostava da brincadeira
Muito sapeca e faceira
E cheia de animação
Sorria meu coração
De tanta felicidade,
“Hoje morro de saudade
Das coisas do meu sertão”
*
JOSENIR LACERDA
O sol cansado se aninha
No colo do horizonte
Banha de dourado, o monte
E a noite já se avizinha
Nostalgia é ladainha
Que o meu pensamento invade
Relembrando a mocidade
Feito um bater de pilão
"Hoje eu morro de saudade
Das coisas do meu sertão."
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Foto de Dalinha Catunda. Cad. 25 da ABLC
VERSOS NA REDE, COM DALINHA CATUNDA E VÂNIA FREITAS
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Dalinha Catunda e Lindicássia Nascimento
O astro rei se levanta
Espalha brilho infinito
A natureza se encanta
Na graça dessa riqueza
Prossigo nessa grandeza
Que a poesia decanta.