NÓS NA FLIP
*
Junto com Paola Torres
Atuando em meu papel
Estarei em Paraty
Fazendo verso a granel
Enaltecendo a cultura
Louvando a literatura
Salvaguardando o cordel.
*
Dalinha Catunda
dalinhaac@gmail.com

O Cantinho da Dalinha é também o canto do cordel. O picadeiro onde costumo entoar o meu canto em versos propagando a poesia popular. É o Canto de uma cearense que adora suas raízes, canto da mulher destemida que saiu das entranhas nordestinas e abriu uma janela para cantar sua aldeia para o mundo, Interagir com outros poetas cordelistas desfrutando deste mundo virtual. Sou Maria de Lourdes Aragão Catunda, a poeta de Ipueiras e do cordel, sou a Dalinha Catunda. dalinhaac@gmail.com
NÓS NA FLIP
*
Junto com Paola Torres
Atuando em meu papel
Estarei em Paraty
Fazendo verso a granel
Enaltecendo a cultura
Louvando a literatura
Salvaguardando o cordel.
*
Dalinha Catunda
dalinhaac@gmail.com

Lançamento de
Cordel em Paraty
O CASTIGO DA SOGRA
MALVADA, é o título que dei a um dos cordéis, que serão lançados na FLIP, na
Ação de Salvaguarda da Literatura de Cordel organizada pelo IPHAN regional do
Rio de Janeiro - RJ.
O evento
acontecerá no escritório do IPHAN, em Paraty, que pela segunda vez se
transformará na Casa do Cordel.
O CASTIGO DA SOGRA
MALVADA, nasce das histórias de calçadas, quando as cadeiras eram ocupadas pelos
adultos e crianças se acomodavam pelo chão no intuito de escutarem o que os
mais velhos tinham a repassar.
Sendo guardiã da oralidade, trago para o presente o que
ouvi no passado.
Dalinha Catunda - dalinhaac@gmail.com
JAMAIS
FIQUEI ESPERANDO
QUEM
NÃO FICOU DE VOLTAR
*
O
tempo passa ligeiro
E
você passou também
Deixei
de ser o seu bem
Nosso
amor foi passageiro
O
meu coração matreiro
Logo
fez a fila andar
Comecei
a namorar
Vi
você só ensaiando:
JAMAIS
FIQUEI ESPERANDO
QUEM
NÃO FICOU DE VOLTAR
Mote
e glosa de Dalinha Catunda
Xilo de Maércio Siqueira
ARIMATÉA
SALES E DALINHA CATUNDA
*
Sou
caboclo nordestino
eu
provo, não nego fogo
jogo
as regras do jogo
desde
o tempo de menino
não
temo o cruel destino
pois
sou eu quem o constrói
sou
labuta, sou herói
não
me canso de escrever
desde
que aprendi a ler
nada
no chão me destrói.
(Arimatéa
Sales)
*
Sou
cabocla nordestina
Sou
fogo que não se apaga
Quem
conhece minha saga
Sabe
que desde menina
Nasci
pra ser heroína
Não
pra lamentar a sorte
Não
tenho medo da morte
Não
sou de chorar em vão
Desenhei
com precisão
As
veredas do meu norte.
Dalinha
Catunda
dalinhaac@gmail.com
Cordelistas discorrendo sobre o poder da Mulher na
Literatura de Cordel
De ontem terça feira, dia 04-10.
Eu, Dalinha
Catunda e Rosário Pinto na Ilha do Governador, Rio de Janeiro- RJ,
A convite da
Professora Ana Cristina Rosito, participamos do SARAU LITERÁRIO CE TIA LAVÔR,
Na (Escola Estadual,) CE Professora Maria de Lourdes De
Oliveira
Nosso tema foi sobre o poder da mulher na Literatura de
Cordel, Rosário e eu nos revezamos no assunto. Foi uma conversa agradável e
proveitosa.
A Escola muito receptiva, os alunos bem atentos e
atenciosos
Gratidão, a todos!
Nota de Dalinha
Catunda. Cordelista, artesã e cirandeira
dalinhaac@gmail.com