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quarta-feira, 27 de abril de 2016

ACRÓSTICO



ACRÓSTICO
*
Da alma tiro meus versos
Adejo na poesia
Livre e sem embaraço
Imagino com alegria
Novo canto novo tema
Honrando cada poema
Amando o que a alma cria.
*
Cada verso que eu faço
Alinhavo a construção
Tento caprichar na rima
Uso a metrificação
Na estrofe construída
De maneira destemida
Assino minha invenção.
*

Versos e foto  de Dalinha Catunda

A GENTE LEVA DA VIDA A VIDA QUE A GENTE LEVA.

A GENTE LEVA DA VIDA
A VIDA QUE A GENTE LEVA.”
*
VÂNIA FREITAS
Hoje lancei a semente
Na roça do coração
De paz amor e união
E digo sinceramente
O que se planta na mente
Bem ou mal cresce e se eleva
Para o céu ou para a treva
A semente é colhida
“A GENTE LEVA DA VIDA
A VIDA QUE A GENTE LEVA.”
*
DALINHA CATUNDA
Sou mulher bem humorada
Não arrumo confusão
Eu tenho meu pé no chão
Para seguir minha estrada 
Por Deus sou bem comandada
Não tenho sina maleva
A poesia me enleva
E assim prossigo aguerrida
“A GENTE LEVA DA VIDA
A VIDA QUE A GENTE LEVA.”
*
BASTINHA JOB
Semente boas semeio
Rego com muito carinho
E deixo pelo caminho
Um saboroso recheio
Na força do bem eu creio
Igual ao Éden de Eva
Sem a serpente que entreva,
Na maçã não dou mordida
"A GENTE LEVA DA VIDA
A VIDA QUE A GENTE LEVA"
*
LIMINHA
A Vida é uma sucessão
De sucessos e insucessos
Que durante os retrocessos
Nos faz perder a razão
É composta de emoção
Vem desde Adão e Eva
O nosso espírito se eleva
Numa altura desmedida
“A GENTE LEVA DA VIDA
A VIDA QUE A GENTE LEVA.”
*
ZÉ SALVADOR
Não chutes cachorro morto,
Pois, ele não se defende,
A morte agora o prende,
Chutá-lo é um gesto torto
Pois, vai trazer desconforto;
Ação que sendo maleva
Bota em ti sobra e treva,
Te faz pequena abatida;
"A gente leva da vida
A vida que a gente leva."
*
FRANCISCO ALMEIDA
Todos falam a verdade,
Eu também aqui declino:
Tenha hábito genuíno, 
Com verdadeira bondade,
Primando pela verdade,
Pois assim você se eleva
E nunca adentra na treva,
Tendo no mundo guarida,
"A gente leva da vida 
A vida que a gente leva"

Mote de Vânia Freitas

terça-feira, 26 de abril de 2016

SOU TANTAS E SOU DO LAR


SOU TANTAS E SOU DO LAR
*
Eu sou de cama e de mesa
Mulher guerreira também
Só faço o que me convém
Essa é minha natureza
Cuido da minha beleza
E gosto de versejar,
Sei lavar e sei passar
Piloto bem um fogão
Sou vento, sou furacão,
Sou calmaria do lar
*
Às vezes sou recatada
Às vezes sou exibida
Sou mais do que atrevida
Sou fera em cada jornada
Eu sou mulher bem amada
Sou mãe e sou companheira
Não curto essa baboseira
De rotular a mulher
Cada um faz o que quer
O resto é só roedeira!
*
Foto e versos de Dalinha Catunda

quinta-feira, 21 de abril de 2016

OS ANJOS DO BRASIL


OS ANJOS DO BRASIL

*
Vejam só que covardia
Vejam que situação
Premeditarem um golpe
Tirar a mãe da nação
Mulher de capacidade
Que com sua habilidade
Salvou o nosso torrão.
*
Nunca se viu um Brasil
Crescer como agora cresce
Vejam nossa economia,
De ajustes não carece
É um país respeitado
Próspero e bem governado
O nosso aplauso merece.
*
No comando desta pátria
Pra nossa satisfação
A honestidade é praxe
Qualifica o cidadão
Orgulho-me em dizer
Sem abuso de poder
Prospera nossa nação.
*
Vejam nossa presidente
Mulher de mente brilhante
Vítima dos seus algozes
Sem poder ir adiante
Hoje murcha ressentida
Sem prepotência cabida
Que o poder lhe garante.
*
Quantas infâmias, injúrias,
Bem maior do que eu supunha
Quantos falsos levantados
Contra Eduardo Cunha
Não reconheço o Brasil
Que desta forma tão vil
Mata qualquer um na unha.
*
Até Renan Calheiros
Presidente do Senado
Homem probo, virtuoso,
Também foi enlameado
Como pode um cidadão
Que defende essa nação
Ser também injustiçado.
*
O Brasil vai muito bem
Não existe corrução
Isso é só trama da mídia
Da Veja e oposição
Se você não entendeu
Quem lamenta aqui sou eu
Mas fiz a declaração.
*
Versos de Dalinha Catunda
Charge Spon Holz







sexta-feira, 15 de abril de 2016

ROGANDO A “PADIM CIÇO”

 ROGANDO A “PADIM CIÇO”
*
DÃO DE JAIME
Fui visitar meu padim
Do Juazeiro do Norte
Do Nordeste é o santo forte
Que nos livra da que é ruim
Pedir saúde pra mim
Só pai nosso rezei três
Ave Maria umas seis
Nessa viagem que fiz
Me senti muito feliz
Rezei por todos vocês.
*
BASTINHA JOB
Dao deJaime, obrigada
Por ter rezado por mim
Pedindo pra meu Padim
A reza é gratificada
A graça é alcançada
Padim Ciço te proteja
Que a tua vida seja
Repleta de alegria
E que a Musa da Poesia
Contigo sempre esteja!
*
DALINHA CATUNDA
Também fui a Juazeiro
Fazer minha oração
Ajoelhei-me no chão
Lá tirei um terço inteiro
No cofre botei dinheiro
E voltei pra ladainha
Rezei a Salve Rainha
E pra completar o rito
Eu entoei um bendito
Completando a louvaminha.

 *
Foto de Dalinha Catunda

quarta-feira, 13 de abril de 2016

POLITICANDO


POLITICANDO
*
Por três coisas neste mundo
Eu não crio confusão
É futebol e política
E também religião.
Posso até não concordar
Mas sempre vou respeitar
Quem tem sua posição.
*
Cada qual com seus valores
Cada um com seu olhar
Pois cada pessoa enxerga
Só o que quer enxergar
Existe o certo, o errado,
Mas cada um tem seu lado
E não vale argumentar.
*
Eu boto num saco só
A Dilma, Cunha e Calheiros,
Comandantes da nação
Vergonha dos brasileiros
E no meio desse ardil
Eu só defendo o Brasil
Deixo fora os embusteiros.
*
Mas como disse e repito,
Essa é minha opinião
Defendo nossa bandeira
Defendo nosso brasão
Não vejo anjos na terra
Não vale o que a gata enterra
Quem comenda essa nação.
*
Versos de Dalinha Catunda

Charge Spon holz

sábado, 9 de abril de 2016

FELIZ QUEM SABE BEBER NA FONTE DA POESIA.




FELIZ QUEM SABE BEBER
NA FONTE DA POESIA.

*
GREGÓRIO FILOMENO
Em qualquer ocasião
De chegada ou de partida
Podemos sentir na vida
Grande ou pequena emoção
Um choque no coração
Vem por mágoa ou alegria
Mas um sonho, uma utopia
Podem a alma enternecer 
FELIZ QUEM SABE BEBER
NA FONTE DA POESIA.

*
DALINHA CATUNDA
Quando voa o pensamento
Quando se aconchega a musa
A vontade não recusa
Cede ao envolvimento
 E se entrega ao movimento
Mergulha na fantasia
Do verso surge a magia
Da magia o prazer
FELIZ QUEM SABE BEBER
NA FONTE DA POESIA.

*

-MOTE DE ADEMAR RAFAEL—

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O JATOBÁ BOTOU ÁGUA!

O JATOBÁ BOTOU ÁGUA!
*
Com chuvas nas cabeceiras
O rio já transbordou,
O Jatobá botou água!
A molecada gritou.
E quem mora na cidade
Para ver a novidade
Na chuva até se molhou.
*
Guri pulando da ponte,
Fazendo estripulia.
No rio botando água,
Era o que mais se via.
E filho de bananeira
Passava na carreira
E na correnteza sumia.
*
O jatobá se zangou
Ficou de toda largura.
Nunca vi cheia maior,
Falava uma criatura,
Vendo a água que corria
Apreciando a magia
Vendo acabar a secura.
*
Oposto que a meninada
Já preparou  landuá,
Ou garrafa com farinha
Pois piaba vai ter lá,
Com cachaça, salgadinhas
Bem torradas bem fritinhas
É melhor do que cará.
*
As lavadeiras, garanto!
Já começaram a cantar,
Cantigas de bater roupa
Para o trabalho animar
É grande a animação
Aqui neste meu sertão
Ao ver a chuva chegar.
*
Debaixo das oiticicas,
Nas pedras do Jatobá,
Com cachaça e tira gosto,
Diversão maior não há.
Mas isso só tem sabor
Pra quem é do interior
Ou quem já viveu por lá.
*
Eu só queria saber,
Responda-me, por favor:
Quem tomou banho de rio,
E morou no interior.
Se não bate uma vontade
De rever sua cidade,
Ou só eu sinto esse amor?
*

Versos e fotos de Dalinha Catunda

terça-feira, 5 de abril de 2016

MEU BRASIL ESTÁ ROUBADO E DEUS PAI É TESTEMUNHA


MEU BRASIL ESTÁ ROUBADO
E DEUS PAI É TESTEMUNHA
*
Governando os brasileiros
Eu só vejo “competente”
DILMA como presidente
E no senado CALHEIROS
Comandando os picadeiros
Onde não falta a mumunha
Na câmara Temos CUNHA
Com este bando formado
MEU BRASIL ESTÁ ROUBADO
E DEUS PAI É TESTEMUNHA.
*
Mote e glosa de Dalinha Catunda

Imagem: blogodomarioflavio.com.br

segunda-feira, 4 de abril de 2016

CARREGADORES DE ÁGUA












CARREGADORES DE ÁGUA
*
DALINHA CATUNDA
*
Cada um com seu destino
Numa seca inclemente
A mulher o peso sente
A vida é um desatino
De lado escancha o menino
Leva o outro pela mão
Na hora da precisão
Mesmo que a barriga cresça
Bota a lata na cabeça
Nos cafundó do sertão.
*
MARCONDES TAVARES
Botar água era aperreio
Um balde de cada lado
Esse pau atravessado 
E eu escalado no meio
Pra deixar o pote cheio
Puxando do cacimbão
Hoje quando passo a mão
No pescoço aqui atrás
Sinto ainda as digitais
Do velho pau do galão.
*