O Cantinho da Dalinha é também o canto do cordel. O picadeiro onde costumo entoar o meu canto em versos propagando a poesia popular. É o Canto de uma cearense que adora suas raízes, canto da mulher destemida que saiu das entranhas nordestinas e abriu uma janela para cantar sua aldeia para o mundo, Interagir com outros poetas cordelistas desfrutando deste mundo virtual. Sou Maria de Lourdes Aragão Catunda, a poeta de Ipueiras e do cordel, sou a Dalinha Catunda. dalinhaac@gmail.com
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segunda-feira, 24 de outubro de 2022
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
ARIMATÉA SALES E DALINHA CATUNDA
ARIMATÉA
SALES E DALINHA CATUNDA
*
Sou
caboclo nordestino
eu
provo, não nego fogo
jogo
as regras do jogo
desde
o tempo de menino
não
temo o cruel destino
pois
sou eu quem o constrói
sou
labuta, sou herói
não
me canso de escrever
desde
que aprendi a ler
nada
no chão me destrói.
(Arimatéa
Sales)
*
Sou
cabocla nordestina
Sou
fogo que não se apaga
Quem
conhece minha saga
Sabe
que desde menina
Nasci
pra ser heroína
Não
pra lamentar a sorte
Não
tenho medo da morte
Não
sou de chorar em vão
Desenhei
com precisão
As
veredas do meu norte.
Dalinha
Catunda
dalinhaac@gmail.com
sábado, 8 de outubro de 2022
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
Cordelistas discorrendo sobre o poder da Mulher na Literatura de Cordel
Cordelistas discorrendo sobre o poder da Mulher na
Literatura de Cordel
De ontem terça feira, dia 04-10.
Eu, Dalinha
Catunda e Rosário Pinto na Ilha do Governador, Rio de Janeiro- RJ,
A convite da
Professora Ana Cristina Rosito, participamos do SARAU LITERÁRIO CE TIA LAVÔR,
Na (Escola Estadual,) CE Professora Maria de Lourdes De
Oliveira
Nosso tema foi sobre o poder da mulher na Literatura de
Cordel, Rosário e eu nos revezamos no assunto. Foi uma conversa agradável e
proveitosa.
A Escola muito receptiva, os alunos bem atentos e
atenciosos
Gratidão, a todos!
Nota de Dalinha
Catunda. Cordelista, artesã e cirandeira
dalinhaac@gmail.com
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
O Troféu Cordel Brasileiro, vai para: Dalinha Catunda.
Minha fala de agradecimento
sábado, 24 de setembro de 2022
É Primavera
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
NA PRIMAVERA DO CORDEL
NA PRIMAVERA DO
CORDEL
Quando me tornei migrante, a
saudade da minha terra fez festa dentro de mim.
Eu não queria matar a saudade! Queria,
sim! Ter o meu sertão sempre muito vivo perto de mim.
Poeta e filha de poetisa, não poderia
ser diferente, através dos versos eu cantava minhas lembranças e alimentava
minha nordestinidade.
Cantei meu rincão em prosa e
verso, mas foi através da Literatura de cordel que eu consegui traduzir meus
costumes e salvaguardar minhas tradições.
Hoje quero agradecer a oportunidade
do reconhecimento dessa minha dedicação, ao Ceará e a Literatura de Cordel, a
Doutora do Cordel, Paola Torres, que defendeu meu nome para ser homenageado pela
Cordelteca da UNIFOR que completará três anos e leva o nome de Maria das Neves Batista
Pimentel, considerada a primeira mulher a escrever Literatura de Cordel.
Muito obrigada, Paola Torres, por
mim e por tantas mulheres que levantam a bandeira do Cordel.
Dalinha Catunda
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
NOVA QUIMERA
NOVA QUIMERA
Meu
caro, pra que recordar
O
que foi bom mas já era.
O
que vivi com você,
Foi
sonho de primavera.
Esqueça
os dias passados,
Paixão
tem dias contados,
Conceba
nova quimera.
Dalinha
Catunda
dalinhaac@gmail.com
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
O Meu Cordel Cirandeiro
Meu Cordel Cirandeiro em Vassouras
Nesse
vídeo, um pouco do Meu Cordel Cirandeiro na Feira Literária de Vassouras, RJ, é
parte de minhas apresentações, no Centro Cultural Cazuza, no Encontro de
Cordelistas.
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
TROVAS DA DUPLINHA
TROVAS
DA DUPLINHA
*
Acordei
antes do sol
Não
sei precisar a hora
Encantou-me
o arrebol
Com
o rubro dessa aurora.
Dalinha
Catunda
*
A
timidez não descora
Nem
impede o esplendor
Do
sol que vem e vigora
Espargindo
força e cor!
Bastinha
Job
*
O
sol mostra seu vigor
Brilhando
no lá infinito,
Fonte
de luz e calor,
Deixa
o dia mais bonito!
Dalinha
Catunda
*
Nosso
coração contrito
Com
o sol que luz irradia
Bate
tal qual fosse um rito
Ritmando
a poesia.
Bastinha
Job
*
Quando
o sol acorda o dia
Eu
dou corda ao meu viver
Aproveitando
a magia
Que
traz cada alvorecer.
Dalinha
Catunda
*
Em
cada raio se ver
Que
Deus, nosso criador
Criou
o homem pra ser
O
seu continuador!
Bastinha
Job
*
O
que fez Nosso Senhor,
É
obra do onipotente
Sempre
faço meu louvor
Ao
ver o sol no nascente.
Dalinha
Catunda
*
Ciranda
de Versos desenvolvida com Dalinha Catunda e a poetisa Bastinha Job no Facebook
Dalinha
Catunda, cordelista, artesã e cirandeira
dalinhaac@gmail.com












