
Rito de passagem
Dalinha Catunda
Vaqueiro bom de montaria.
Ela uma rês vadia,
Solta no agreste sertão.
Vivendo na mira do laço,
Um dia sem embaraço,
Será lançada ao chão.
Bezerra... quase novilha,
Cevada, que maravilha!
Chegara a ocasião.
O hábil vaqueiro ciente,
Que é hora de ferro quente,
Marca a novilha então.
Imagem retirada do amazonvaquejada.com.br
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