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sexta-feira, 12 de março de 2010

ATO DERRADEIRO


Texto Dalinha Catunda
Imagem: bloglog.globo.com/.../Image/camarim(2).jpg

ATO DERRADEIRO

Vou abrir minha janela
Deixar todas as mazelas
Dentro deste camarim.

Vou botar meu bloco na rua
Essa história de ser sua
Há muito chegou ao fim.

Esta onda de sofredora
Fica bem para emissora
Que transmite folhetim.

Uma pobre desencantada,
Chorando desesperada,
Imagine!
Não é papel para mim.

9 comentários:

Valter Montani disse...

É isso ai Dalinha,
sofrimento é coisa do passado, serviu de aprendizado
para daqui para frente
ninguém mais em sã consciência
viver enganado.
bjs e bom fim de semana

Chica disse...

Assim é que se fala!LINDO!!beijos,tudo de bom,chica

Anne Lieri disse...

Dalinha,adorei sua poesia!Uma lição de vida e desprendimento para muitas mulheres!Bjs,

joaquim da rocha disse...

Parabens Dalinha, sempre criativa e agora num estilo bem parecido com o meu. Abraço deste amigo poeta.

Marcia Rodrigues disse...

Aplausos, cara Dalinha Catunda!

Sacudindo a poeira, rss

Abraços!

Vieira Calado disse...

Não é maldade nem brincadeira.

Dentro de 2 ou 3 dias descendo o "segredo".

Obrigado também pela sua visita à astronomia.


Bjs

João Poeta disse...

É. Feliz de quem pode e tem coragem para decidir sobre a sua felicidade. Feliz de quem sabe sacudir a poeira do passado e iniciar uma vida nova. Afinal, nós merecemos ser felizes!
Limpei a minhas gavetas
Joguei fora o que não prestava
Juntei tudo e incendiei!
Sobraram-me as cinzas
O vento levou, pra onde não sei.
Um abraço, dalinha!
João

São disse...

Pois para mim, esse papel de vítima também não serve, não!

Um excelente fim de semana, linda.

SAM disse...

HAhahahaahaaaha e não MESMO! Não combina com você! E nem comigo, acho....HAhahahaahaahaaah Beijos!