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sexta-feira, 19 de março de 2010

LAVOURA PERDIDA



Lavoura Perdida

Você foi roçado plantado,
que não cheguei a colher.
A produção estimada,
não chegou a acontecer.

Plantei sonhos, muitos sonhos!
Vi germinar a paixão.
Crendo em seus incentivos,
só colhi desilusão.

Ainda pago parcelas,
deste empréstimo fraudulento.
Seu aval sem validade,
estiou meus sentimentos.

Texto: Dalinha Catunda
Imagem: 2.bp.blogspot.com/

9 comentários:

Airton Soares - "AS" disse...

"Ainda pago parcelas,
deste empréstimo fraudulento.
Seu aval sem validade,
estiou meus sentimentos."

- - - -
"Seu aVal sem Validade" - Gosto das rimas internas. A meu ver são elas que maestram toda a orquestra SOMfônica da poesia.
Nossa maestrina entende muito bem disso. Vale a pena conhecer sua lavoura. Muito mais plantar em seu roçado.

A braço S

SAM disse...

Maravilha, Dalinha! Eu gosto, sempre.

Um belíssimo fim de semana! Beijos!

José Ramón disse...

Dalinha Olá! Tem um prémio no meu blog, você pode coletar Greetings

João Alberto disse...

Uma linda poesia Dalinha.
Vanessa Damo em Lições do Viver diz:
"Se a desilusão atingir sua alma,
devastando seus sonhos e ofuscando novas possibilidades,pense na infinidade de caminhos que
podem se abrir para você em apenas um dia,uma hora, um minuto..."
Reflita e siga em frente.
Grande abraço.

DE-PROPOSITO disse...

Plantei sonhos, muitos sonhos!
------------
E que seria da vida sem sonhos! São eles que nos incentivam a ter forças para o dia seguinte.
----------
Que a felicidade ande por aí.
Manuel

Vieira Calado disse...

Olá, caríssima!

Obrigado pelo seu comentário no meu blog.

Bjs

Rafael Ceciliano disse...

Te convido para visitar meu blog: http://raioxceciliano.blogspot.com

Se possível, me seguir pq tenho poucos seguidores. Isso me deixa desmotivado! rs'

Um abraço e aguardo sua visita...

by: Rafael Ceciliano.

Chica disse...

Lindos e tristes versos dessa lavoura perdida. Tua interação já está no sementinhas e amanhã o texto por lá é teu!beijos,chica

João Poeta disse...

Oi, Dalinha!
O seu blog não é uma lavoura perdida. Aqui sempre colho bons ensinamentos e descanço a minha mente nas sombras frescas das árvores frondosas dos seus versos.
Para não perder o costume, vou ousar deixar aqui algumas linhas, inspiradas no poema em tela.

Depositei meus sentimentos
Na conta bancária do amor
Mas foi vão o investimento
Sobraram-me profunda dor...
Tenho dito!
Um abraço.
João