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terça-feira, 25 de setembro de 2012

MINHA ALMA RUDE


MINHA ALMA RUDE
*
Eu não sou flor de candura
Pois também cultivo espinho
E quando eu me abespinho
Abdico da brandura
A meiguice não perdura
E brota meu lado agreste
Replico e não me conteste
Se for fraco de argumento
Este é o procedimento,
Que Minh ‘alma rude veste.
*
Foto e texto de Dalinha Catunda

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