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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A PORTA DA RUA, DRUMMOND E DALINHA

Drummond e Dalinha

Deparei-me com este poema de Carlos Drummond de Andrade no blog: www.daquidepitangui.blogspot.com, uma postagem do meu amigo Licínio, fiz um comentário em versos, pois gostei do assunto e resolvi postar em meu blog. Espero que gostem.
Meu abraço a todos

  PORTA DA RUA
*
Vive aberta a porta da casa
Ninguém entra pra furtar
Por que se fecharia a casa?
Quem se lembra de furtar?
*
Pois se há vida na casa, aporta
Há de estar, como a vida, aberta.
Só se fecha mesmo esta porta
Para quedar, ao sonho, aberta.
*
Poesia de Carlos Drummond

 PORTA DA RUA, HOJE
*
A porta da rua hoje
Já não fica escancarada
Com medo de ladrões
É a sete chaves trancada.
*
Lamento esta realidade
Da liberdade roubada
Até em pequena cidade,
Hoje se vive enjaulada.
*
Dalinha Catunda

5 comentários:

Fran Sousa disse...

Legal teus versos!!! É a mais pura realidade, infelizmente...
Abraçooo

Deixando meu endereço: http://emanacoesdosilencio.blogspot.com/

✿ chica disse...

Lindos e pena, verdadeiros teus versos! Perdemos a liberdade! beijos, obrigado e já está lá! Adorei!chica

Victor Gil disse...

Esta querida está sempre bem acompanhada.
Beijos
Victor Gil

Batista disse...

... Fico a imaginar, neste encontro o que Drummond estaria a falar pra você, certamente, “minha filha você é genial!”. Parabéns Dalinha.

Abraço.

RetroMomentos disse...

bem verdade! bjuss