
Serena e Sirena
Mulher de alma vadia
Nos olhos sugere magia
De um mundo singular.
Tão senhora, tão serena,
Mas carrega uma sirena,
Que não resiste ao luar.
Em noite de plenilúnio
Entoa seu belo canto
Com intuito de encantar
E assim, feliz e faceira,
Com ares de feiticeira,
Atrai sua presa ao mar
Após a dança fremente
Saciada e sorridente
Recomeça seu cantar.
Imagem:www.amagiadosgifs02.hpg.ig.com.br/Amor-012.jpg
7 comentários:
Amiga Dalinha.
Ainda mal acabou de postar e eu já aqui estou pronto para comentar.
Como sempre lindas rimas encontro por aqui. Também recebi a sua mensagem de disponibilidade para uma parceria pontual. Estou a preparar a matéria depois, digo algo.
Um bom fim de semana
Beijos querida amiga
Victor Gil
Bom ritmo
num muito agradável poema!
Beijinho
Belo poema!
Tenha um sábado sensacional!
1000beijinhos!
Sou fâ deste modo leve de poemar....Bjs.
Márcia.
Olá Dalinha
Há quanto tempo...
Não, não me esqueci de si. Apenas parei no tempo que não tenho...
Mas voltei. Volto sempre. Pode é demorar.
Um grande abraço de amizade.
António
Quantas belas poesias e poemas a lua tem influenciado Dalinha, talvez quem sabe por um pacto secreto ambas se fazem inflenciar mutuamente, A poesia é um brilho, parabéns pela bela rima.
Que maravilha de suavidade mítica este poema, Dalinha! Adoro!!!
Um beijo, Dalinha!
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