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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

SERENA E SIRENA



Serena e Sirena

Mulher de alma vadia
Nos olhos sugere magia
De um mundo singular.

Tão senhora, tão serena,
Mas carrega uma sirena,
Que não resiste ao luar.

Em noite de plenilúnio
Entoa seu belo canto
Com intuito de encantar

E assim, feliz e faceira,
Com ares de feiticeira,
Atrai sua presa ao mar

Após a dança fremente
Saciada e sorridente
Recomeça seu cantar.

Imagem:www.amagiadosgifs02.hpg.ig.com.br/Amor-012.jpg

7 comentários:

Victor Gil disse...

Amiga Dalinha.
Ainda mal acabou de postar e eu já aqui estou pronto para comentar.
Como sempre lindas rimas encontro por aqui. Também recebi a sua mensagem de disponibilidade para uma parceria pontual. Estou a preparar a matéria depois, digo algo.
Um bom fim de semana
Beijos querida amiga
Victor Gil

Vieira Calado disse...

Bom ritmo

num muito agradável poema!

Beijinho

Ana Maria disse...

Belo poema!
Tenha um sábado sensacional!
1000beijinhos!

Coisinhas Daqui e Dali. disse...

Sou fâ deste modo leve de poemar....Bjs.
Márcia.

Goldfinger disse...

Olá Dalinha


Há quanto tempo...
Não, não me esqueci de si. Apenas parei no tempo que não tenho...
Mas voltei. Volto sempre. Pode é demorar.
Um grande abraço de amizade.

António

Bérgson Frota disse...

Quantas belas poesias e poemas a lua tem influenciado Dalinha, talvez quem sabe por um pacto secreto ambas se fazem inflenciar mutuamente, A poesia é um brilho, parabéns pela bela rima.

SAM disse...

Que maravilha de suavidade mítica este poema, Dalinha! Adoro!!!


Um beijo, Dalinha!