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quarta-feira, 21 de abril de 2010

BRASÍLIA ( Uma cinquentona que me conquistou)


Foto: Um brinde em Brasília com amigos.

BRASÍLIA
(UMA CINQUENTONA QUE ME CONQUISTOU)

Sou do Ceará, acostumada com muito céu e muito chão, tudo isso encontrei em Brasília para encanto dos meus olhos.

Bem instalada, no apartamento de Tereza Mourão, uma lua imensa, cheia de magia, transpassava a vidraça iluminando o ambiente, numa penumbra natural.

As Paineiras floridas desabrocharam salpicando o chão de pétalas para que eu embevecida pudesse passar, as nuvens se esconderam e a cidade me presenteou com o céu azul mais maravilhoso que eu já pude ver em toda minha vida.

A falta de umidade respeitosamente não apareceu, para meu conforto. Eu não teria palavras para traduzir a beleza do que é um passeio de veleiro ao cair da tarde no Lago Paranoá. Ver o sol se esconder, a beleza do escarlate em suas nuances até sumir de vez preparando o espaço para o brilho soberano de uma lua cheia de encanto cercada de intermitentes estrelas.

O Verde das árvores, o azul do céu em contraste com a arquitetura dessa cidade planejada é simplesmente majestoso. Nem me fez falta a falta de esquinas! Os monumentos realmente me encantaram.

Estou falando de uma Brasília que vi e senti por mais de uma vez e me encantei. Não daquela Brasília que aparece sendo covardemente ridicularizada na televisão.

Hoje gostaria de parabenizar essa bela cinquentona que me conquistou e parabenizar também meus amigos nordestinos que fizeram de Brasília seu segundo lar e que me acolhem com tanto carinho.

Não deixem de visitar: www.cordeldesaia.blogspot.com

8 comentários:

AFRICA EM POESIA disse...

Dalinha


venho devagarinho deixo poesia e um beijinho

SOU MESMO...


Sou mesmo...
Da mesma terra que tu
Da terra do chão vermelho
Da terra batida cheirando a pó...

Sou mesmo...
Da mesma terra que tu
Onde todos saltamos os rios
Corremos a apanhar borboletas...

Borboletas de cores lindas...
De gafanhotos que saltavam
Que pulavam à minha frente
Como quem brinca às escondidas...

E brincava na palha do café
Apanhava bitacaias nos pés
Comia manga, safú e goiaba
Apenas porque...
Sou mesmo...
Da mesma terra que tu...

LILI LARANJO

Vieira Calado disse...

Sua felizarda...

sua sortuda!...

Beijoca

Anne Lieri disse...

Dalinha,muito bem escrito texto,nessa merecida homenagem a nossa capital!Adorei a poesia da minhoquinha que fez no blog da Chica,inspirada em minha poesia!Bjs,

Genny Xavier disse...

Cara Dalinha,
Brasília é uma espécie de símbolo de um Brasil que se sonhou possível...tomara que nossos políticos façam por merecer a beleza artística e cultural desta cidade.
Beijos
Genny

Paulo Tamburro disse...

DALINHA,

DESCULPE FUGIR AO TEMA PROPOSTO.

PORÉM TENHO UM CONVITE. LEIA:

"O COMPORTAMENTO SEXUAL DO POVO BRASILEIRO",

QUE É A CRÔNICA/PESQUISA DO BLOG DE HUMOR:

"HUMOR EM TEXTO", DESTA SEMANA.

SAIBA A VERDADE, COMPROVADA SOCIOLOGICAMENTE, E

TIRE SUAS CONCLUSÕES.

VOCÊ PODERÁ NÃO ACREDITAR.

SÓ CONFERINDO.

UM ABRAÇÃO CARIOCA.

Tais Luso disse...

Dalinha, só este teu belo texto para amenizar um pouco o que existe em Brasília! Homenagem a uma cidade que nasceu para ser uma coisa e infelizmente... E tanta gente trabalhou por um ideal!
Beleza.

Beijos, amiga.
Tais luso

Nelcima De Morais disse...

Quase que nos encontrávamos,não sei qdo você esteve em Brasília, mas eu passei a Semana Santa lá e adorei! bjos!

Rosário Pinto disse...

Dalinha, amiga e parceira,

Percebo agora que temos mais uma coisa em comum - a paíxão por Brasília. Esta cidade que aprendi a amar, por sua beleza, paz, tranquilidade e, porque tem um horizonte descortinado... e que nos liberta. Pena, que a classe de políticos e gestores tenha desvirtuado seus princípios originais - aqueles idealizados por JK, Niemayer, Lúcio Costa e todos os que emprestaram seus talentos e competências para construí-la e torná-la "a princesa do cerrado". Mas, ela está lá e hoje é uma jovem senhora.

Brasília, flor do cerrado
*
Brasília, brilhante, bela.
Logo que te conheci
Não pensei que um dia
Me apaixonaria por ti
Foram muitos os prazeres
No tempo que lá vivi
*
Aprendi a te amar
Brasília, raio de luz
De um horizonte infinito
De cor que a todos seduz
No peito ficou a saudade
Que até hoje me conduz
*
Lembro a linha do horizonte
Brasília, flor do cerrado
Com o brilho de seus dias
Meu coração apertado
De saudades de outros tempos
De um amor sedimentado
*
Sua bela arquitetura
Niemeyer imaginou
Com seu viço verdejante
Meu coração conquistou
Hoje que vivo distante
A saudade se instalou

(Maria Rosário Pinto
sua parceira no Cordel de Saia)