
Banco de pote que fica em minha Chácara em Ipueiras no interior do Ceará.
LEMBRANÇAS DO INTERIOR
Boina na boca do pote.
Água fresca naturalmente.
O pote por fora suado,
Matava a sede da gente.
Era água de cacimba,
Que a natureza servia.
No copo de alumínio
No interior se bebia.
No ranchinho que possuo
Lá pras bandas do sertão.
Tem lá um banco de pote
Preservando a tradição.
Texto e foto de Dalinha Catunda
Este texto foi publicado dia 21/03/09
No jornal O Povo em Fortaleza-Ceará.
4 comentários:
...uma parte de nós é feita das nossas tradições. É sábio aquele que tem consciência disso tira proveito dessa herança.
Gosto de passar por aqui.
Agua de pote e banho de tacha...inesquecível! Os versos de Dalinha me transportam a um passado delicioso! Beijo.
Que recordações Dalinha, me fez lembrar a infancia. Em minha casa no interior também havia 2 potes sempre com água bem fresquinha para beber.
Grande abraço.
Uma poesia emocionante. Salinha, sou tua fã. Adorei conhecê-la Np site Lima Coelho
Mariana Rodrigues
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