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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Curta e grossa em tempos de eleições


Foto: flinckr.com

Farinha do mesmo saco

Você eleitor que repete,
Que todo político é ladrão.
Mas vende ou troca o voto,
A cada nova eleição,
Você é igualzinho a eles,
Não vale nem um tostão.

6 comentários:

Jean Kleber Mattos disse...

Uau! Pegou pra valer, hein? É isso aí amiga. É a realidade que ninguém gosta de ouvir. É duro mas é verdade. Valeu.

Teresinha Mourão disse...

Este recado foi bem direto Dalinha, infelizmente a maioria dos eleitores, não digo só de nossa cidade, mas da maioria delas, agem assim. O Kleber está com a razão.
Abraços
Tereza Mourão

Bérgson Frota disse...

Poesia chocante pela realidade que de fato ocorre, se há muitos políticos ladrões há também a maioria que chinga vendendo seu voto, não sendo melhor que os primeiros. Parabéns pela inspiração.

EVERARDO MOURÃO disse...

VALEU, DALINHA

MUITO BEM DITO E HORA MELHOR NÃO HÁ.DEVERIA SAIR NA PRIMEIRA PÁGINA DOS GRANDES JORNAIS...QUEM SABE, TOCARIA O CORAÇÃO DE MUITOS QUE AINDA NÃO RECEBERAM O DINHEIRO, DEIXANDO PARA O FINAL QUE A OFERTA É MAIOR...PARABÉNS, DALINHA

EVERARDO MOURÃO

Dalinha Catunda disse...

Amigos,
Cheguei do interior do Ceará, de nossa querida Ipueiras. E o que vi por lá me inspirou estes versos. Os eleitores querendo arrancar até as calças dos candidatos e outros chamando os candidatos de ladrão. Se os candidatos são ladrões, isto em qualquer lugar, somos coniventes, pois, mesmo sabendo disto os colocamos lá. E se não conseguimos detectar o carater de um politico somos burros, e como burros os colocamos lá. ENTÂO!!! E nossa responsabilidade??? Será que realmente, "a gente não tem cara de babaca?"

Ricardo Aragão disse...

Apreciei por demais
Estes versos da Dalinha
Que para mim é capaz
De escrever mais 100 linhas
Falando do velho ou rapaz
Que vendendo o voto se alinha
Ao que a proposta lhe faz

Não custa nada lembrar
Que atitude tão feia
De vender ou de comprar
A consciência alheia
Fere as leis do lugar
E leva para a cadeia
Quem assim se comportar

Ricardo Aragão
18.08.08