
Imagem retirada do site de Unai-MG.
Árvore Ferida
Quando precisou de sombra,
Minha copa lhe abrigou.
Agarrado ao meu tronco,
Da tempestade escapou.
Comeu da minha fruta.
Cheirou a minha flor,
Mas de posse de um machado
Sem piedade me acertou.
Aos golpes de tal machado,
Indefesa fui ao chão,
Porém ficaram as raízes,
Que por certo brotarão.
Um dia quando seu corpo
Inerte também tombar,
Minha madeira cortada
Seu invólucro então será.
2 comentários:
É a vendeta da árvore. Me fez lembrar meus tempos de cursos primário, quando comemorávamos o Dia da Árvore.
Um beijo!
Como agrônomo, eu não poderia deixar de comentar, não é mesmo? O que seria de nós se não fossem as árvores?...
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