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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

MEU BAIO


MEU BAIO
*
Ele olhou bem nos meus olhos.
Nos olhos dele eu olhei.
Que era xucro eu sabia.
Não tive medo, montei.
*
Dos seus movimentos bruscos,
o ritmo acompanhei.
Encantava-me a impetuosidade.
Não caí, nem escorreguei.
*
Bem mais que oito segundos,
Em cima dele fiquei
Vi o forte ficar fraco
Quando meu corpo empinei.
*
Hoje não pode me ver,
que já relincha pra mim,
pois sabe que no meu pasto,
é dele o melhor capim.
*
Versos e fotos Dalinha Catunda

5 comentários:

Anônimo disse...

Bonito...
parabéns

O Profeta disse...

Frágil e palpitante luz
A beleza é feita de ternos murmúrios
A voz quebra a quietude do silêncio
A chuva leva a terra ao encontro dos rios

Não há fracassos no sonho
Caminhei nas nuvens para te ver do alto
Abri os braços ao relâmpago
Desci à terra, senti nos pés o frio basalto


Vem comigo escolher o caminho


Mágico beijo

Anônimo disse...

Adorei o "cavalo DO Luiz Garcia" HAHAHAHAHAHAHA BJS

Anônimo disse...

Bela poesia.

Jean Kleber disse...

Dalinha, gostei muito dos versos e também da foto. Muito bons mesmo!